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maio quase perfeito, até no cubo mágico

Com uma semana inteira para treinar, sem viagem, pela primeira vez no ano, o Palmeiras tem um maio para ficar na história.

O Palmeiras disputou oito jogos, venceu sete e empatou um. Termina o mês invicto, com 91% de aproveitamento.

Na Libertadores, uma campanha histórica na fase de grupos, com 100% de aproveitamento e 25 gols assinalados em seis partidas.

No Brasileiro, engatou uma forte recuperação depois de um início que chegou a assustar a torcida, ressabiada por natureza. Terminou abril na nona colocação. Só foi vencer na quarta rodada, um 3 a 0 imponente sobre o Corinthians. Entregou um empate desnecessário ao Fluminense e aí, bom, aí não perdeu mais.

Foram três gols sofridos na temerosa estreia contra o Ceará e então apenas dois nas sete rodadas seguintes. O alviverde conta com o segundo melhor ataque, ao lado do vice-líder Atlético-MG, e a melhor defesa.

Como detalhou o colega Diego Iwata, ontem, o clube lidera todas as competições que disputa. Primeiro classificado geral na Libertadores, líder dos Brasileiros masculino e feminino, líder do seu grupo no Paulista sub-20, sub-17 (que também está na semifinal da Copa do Brasil) e sub-15.

Além dos títulos já conquistados em 2022: Copa São Paulo, Campeonato Paulista e Recopa Sul-Americana.

Até Abel Ferreira se sagrou campeão em maio: foi eleito pelo Clube Nacional da Imprensa Desportiva de seu país como melhor treinador português fora de Portugal do ano de 2021. Bateu, inclusive, José Mourinho, o especial, que acabou de conquistar o título da Conference League, com a Roma.

Por último, menção honrosa a Gustavo Scarpa, que aproveitou a folga para… resolver um cubo mágico 11×11. Sério. Podia estar no celular. Na Netflix. No videogame. Dormindo. Mas não. Duas horas e meia sentado resolvendo um cubo mágico. Sensacional.

Junho vai ser osso. O Palmeiras disputará novamente oito partidas em quatro semanas, com desfalques duros, por lesões e datas FIFA. A lição que maio deixa, porém, é clara: trabalho dá resultado. O Palmeiras (e Scarpinha) são a prova disso.



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